Diante da crise, a melhor opção é a sua

Diante da crise, a melhor opção é a sua

E aí, beleza?

Quem nunca ouviu falar: “depois de uma calmaria vem uma tempestade” ou “sempre depois de uma tempestade vem a bonança”. Duas facetas de um ciclo que sempre se repete, seja na natureza, seja na economia, seja no nosso trabalho. A sabedoria é reconhecer que o ciclo é um fato e que as coisas vão se transformar. Em momentos como este a vida nos convida a tomar decisões importantes. As respostas a essas decisões são normalmente variantes das seguintes frases:

  • “Vou esperar para ver no que vai dar, depois eu vejo”;
  • “Vou seguir a tendência geral e mudar agora, antes que seja tarde demais”;
  • “Vou fazer o que tenho vontade de fazer”.

Todas as 3 podem ter consequências “boas” ou “ruins”, mas confesso pra você que sou fã da terceira. É praticamente uma prova de fidelidade e responsabilidade a pessoa mais importante deste mundo: você. E tem coisa melhor do que estar de bem no casamento com você mesmo? Além disso, existem pesquisas científicas que revelam que a probabilidade de sucesso de uma mudança voluntária é cerca de 75%, enquanto que a mudança imposta é cerca de 25%. Ninguém é dono da verdade, então escolha a sua.

Soren Kierkegaard foi um filósofo dinamarquês que viveu no século 19 e um dos primeiros precursores da ideia de “Ser quem realmente somos”. Eu particularmente gosto de uma evolução desta ideia presente numa das letras do músico Gabriel o Pensador: “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”.

Mais do que citar pontos de vista, o que vale é a experiência e vivência de cada um de nós. Mas posso falar melhor é da minha (evidentemente). Sempre que deparei diante de decisões como essas na carreira profissional busquei a opção 3. Fiz isso quando escolhi estagiar no 3º ano de engenharia da POLI/USP (algo quase impossível); quando optei por trabalhar em uma empresa de bens de consumo, em uma área de projetos de logística; quando decidi trabalhar em uma consultoria; ao trabalhar em uma empresa familiar e me formar em black belt; e em uma start up e ter experiência de trabalho internacional; quando decidi voltar ao mundo da consultoria (onde fiquei mais de 10 anos); quando saí de uma consultoria estabelecida para entrar em outra que estava começando e, quando resolvi, com o coaching, ajudar pessoas se realizarem em suas carreiras, se tornando mais felizes e construindo um mundo melhor para viver.

Explicando um pouco mais: meu foco é ajudar profissionais que já tenham alguma vivência de trabalho e que, por algum motivo, não estejam satisfeitos com a carreira a aumentar o nível de realização, produtividade e performance para que sintam mais felizes como pessoas e mais prósperos como profissionais.

Acredito tanto nisso que posso dize, de alguma forma, isso reflete a história da minha vida. E mais, acredito também que só podemos dar aquilo que temos.

Isto tudo pode parecer meio utópico, mas vou te contar uma coisa, sonhar é muito útil.

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Uma excelente semana.

Um grande abraço e até já já…

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